Criamos conceitos, preceitos, somos racionais, ditamos normas. Mas no fim a arte chega para desmontar tudo o que pensamos, ou melhor, ela chega e nos mostra o que realmente pensamos. Enquanto nos esforçamos para estar certos em nossas ações, a arte nos mostra que podemos estar errados ou que podemos pensar além, podemos ser mais do que dizem ou do que acreditávamos. Ao ver um filme, ler um poema, ouvir uma música, lendo um livro, ao ver uma pintura de rua, ou num quadro, não importa, a arte está naquilo que nos toca. O fato é que temos que nos deixar levar, caso contrário não estáriamos entendendo nossa própria essência. Não se trata da essência do artista, mas sim da nossa, de cada um de nós, cada qual com seus desejos, frustrações, amores, derrotas, felicidades cada qual com seu sentimento momentâneo ou com sua existência eterna.
Fonte da inspiração:
Filme: Além da vida http://www.adorocinema.com/filmes/filme-140633/
Canon in D(em ré menor)- Pachelbel. Gostei (leigamente) mais da versão piano e violino http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=QMygzVZCZO8
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